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sexta-feira, 18 de abril de 2008

Até quando vai durar isto?

Decidimos dedicar esta publicação ao tema mais polémico, quando se fala em problemas dos Países Subdesenvolvidos: a FOME.
Quantas vezes não nos sentimos de barriga vazia e dizemos "Estou mesmo a morrer de fome!"? Teremos consciência do que estamos a dizer? Não sabemos o que é fome. Sabemos o que é ter apetite, vontade de comer ou beber. Mas nunca saberemos o que realmente é a fome até experimentarmos passar semanas com algumas migalhas de pão e água, que não importa se é ou não própria para consumo.
Assim, nesta publicação deixamos um video que muita gente dirá ter imagens chocantes para os mais sensíveis. Por isso muita gente virará a cara a algumas imagens e outras nem verão até ao fim. Mas a realidade É CHOCANTE.

Até quando vai durar isto?


sexta-feira, 4 de abril de 2008

Educação nos países mais desfavorecidos

Enquanto que em alguns países as crianças e jovens não querem frequentar a escola porque simplesmente não estão dispostos para isso, outras crianças e jovens que habitam os países subdesenvolvidos, desejam incomparávelmente aprender a ler e a escrever.
É de salientar que o índice de escolaridade é um factor que está diretamente ligado à falta de recursos financeiros e que a baixa escolaridade da população nos países subdesenvolvidos é proveniente, muitas vezes, de situações em que as crianças e jovens se encontram em idade escolar e são obrigadas a integrar o mercado de trabalho, quase sempre ilegalmente, para poderem ajudar a família, e para poderem possuir as condições mínimas de sobrevivência. Contudo, futuramente, estas crianças e estes jovens serão trabalhadores adultos com baixa qualificação e encontrarão dificuldades para se colocarem no mercado de trabalho. Infelizmente o resultado desta variante será que estes trabalhadores irão trabalhar em empregos que exigem pouca qualificação e que oferecem baixos salários.
É nesta realidade que vivem milhões de pessoas, por isso, é sempre bom reflectir e observar que estes problemas existem de verdade e que não são tão alheios quanto nós pensamos.